Essa resenha não é indicada para menores
Salve, hospicineiros nerds!
Estou chegando com mais pílulas cinematográficas em forma de resenha para vocês, e o filme da vez é DPA 4: O Fantástico Reino de Ondion.
Então, seguem as recomendações de usar com moderação, porque a dose é alta da substância minha opinião — e pode haver efeitos colaterais.
Bora lá!

SINOPSE:
Mel e Zeca precisam resgatar o amigo Max, que desapareceu misteriosamente. Para encontrá-lo, eles viajam para o reino mágico de Ondion, onde enfrentam o vilão Rumorum e seu cúmplice Juks, que pretendem usar um cetro mágico para dominar o reino. Os detetives terão que decifrar enigmas perigosos e contar com a ajuda dos moradores de Ondion para salvar o amigo e o reino.
Eu estou aqui pensando por onde começar essa resenha. Talvez eu não fale tanto sobre o enredo ou construção de personagens, até porque não iríamos ter tanta coisa para falar. Mas irei falar sobre o que esse tipo de produção pode causar a longo tempo.
Eu me lembro como se fosse semana passada os anúncios no canal Gloob, em 2012, sobre essa obra. Eu estava com meus 19 aninhos e nem passava pela minha cabeça assistir à série. Sim, é uma série antiga já. Ao meu ver, Detetive do Prédio Azul nasce pra entrar na prateleira de Chiquititas, Carrossel — e digo que tem até uma pitada de Malhação. Agora… vocês perceberam que até agora eu não falei nada de cinema? Pois então: fiquei me perguntando, por que diachos estão lançando no cinema uma produção de novela? Na cabine tinha eu e mais uma pessoa. Se na cabine já foi vazio, imagina nas sessões para o público? E qual é o público?
Vou deixar essa resenha por aqui com esse questionamento.
CONCLUSÃO
É uma novela infantojuvenil com intuito de lançar novas caras globais, com crianças de boa desenvoltura e expressivas, acompanhadas por atores já conhecidos do universo novelesco. Várias referências de filmes como Jumanji, Harry Potter, O Hobbit e por aí vai. Efeitos especiais que desanimam a imersão, mesmo deixando claro o teor imaginativo. Mas que vai fazer a criançada de 7 anos ficar quieta e hipnotizada com a quantidade de cores supersaturadas na fotografia.
