Dark! Vamos começar pelo início do fim, ou seria o fim do início? - Hospicio Nerd

Vem comigo!

Hello People! O dia é 27 de junho de 1888, seria o início, o fim, ou um novo começo?

Dark, a primeira série alemã que será dirigida pela Netflix (que já vai chegar bombando e derrubando com a concorrência, eu vi). Os responsável por essa impecável, inteligente e louca série serão Baran No Odar e Jantje Triese. Mentes brilhantes pensando juntas.

Falando no passado assim, louco né? Dark faz essas viagens serem um nó na nossa mente. Agora vamos voltar pro atual né, já basta Dark pra confundir a gente.

A série nos enche de mistérios e acontecimentos com enigmas que fazem ferver os neurônios e com uma trilha sonora que já nos deixa de cabelo em pé e coração a mil.

Se você assistir e não ficar confuso em algumas partes, parabéns, é privilegiado(a) sim. Seguimos nela com aquele dito “piscou, perdeu”, afirmar isso, nunca foi tão real.

A terceira temporada se inicia exatamente onde terminou a segunda, com a Martha (Lisa Vicari) de um outro mundo se encontrando com o triste Jonas (Louis Hofmann) que acabara de perder sua amada Martha, confuso né?

Foto Louis Hofmann

Fonte: Netflix / Divulgação

Vamos seguindo. A teoria que se emprega em Dark sobre viagem no tempo é a seguinte:

Baseado nos escritos de H.G.Wells que na série é representado pelo H.G.Tannhaus. Nascido em 1866 (olha a data) e morto em 1946, Wells afirmava a possibilidade de viagem no tempo e possíveis teorias de como seria possível tal conquista.

Por várias vezes na série é citado sobre o buraco de minhoca. Na física acredita-se na possibilidade de cria-lo com uma matéria conhecida como matéria exótica que na série é chamada de partícula de Deus.

Ela abrange um universo em que as viagens no tempo são permitidas, mas sem paradoxo, o presente momento é o passado de quem o observa no futuro, os eventos são fixos como um filme em que tudo já tem seu destino traçado.

“Tudo está ligado”. .

Temos que destacar com bastante admiração, que a troca de figurino distinguindo épocas e a importância dada a alguns personagens são intensamente maravilhosas, nos fazem mergulhar nas épocas e sentir cada sensação. Entender as culturas de cada época e as emoções de cada personagem. Os cenários, as falas, tudo nos levam na viagem junto com eles. O elenco com sua perfeição e desenvoltura, conseguir administrar mesmo personagens, abordando a mesmas características, sem tirar a essência. Totalmente inspirador.

Aos iniciantes da série, não temam, nem se envergonhem se não entender de primeira, a série é voltada para atenção, então se não entendeu, pode voltar a assistir novamente. É uma série incrível e confusa demais pra ser vista só uma vez (Conselho da Tia). E ela constantemente te dá as respostas. Se assistir de novo for errado, então erra comigo e fica tudo certo.

Depois de duas temporadas intensas, abraçamos uma expectativa de um final mais fácil de entender. Mas nem tudo são flores, não é mesmo?

A batalha entre os mundos A e B, comandados por Adam e Eva respectivamente, nos levam a perspectiva de luz e trevas, mas podemos abraçar a frase dita por Jonas na primeira temporada, afirmando que foi dito pelo seu pai: 

“O bem e o mal são uma questão de perspectiva.”

Acredita-se que o fim de tudo trará a tão sonhada paz, almejada principalmente por Adam (Dietrich Hollinderbäumer)

Será que realmente podemos acreditar no fim, já que a teoria de viagem no tempo que a série defende é um estado fixo, onde tudo já está escrito? Fica no ar.

Foto Louis Hofmann

Fonte: Netflix / Divulgação

 

“Achamos que somos livres mas não somos, seguimos sempre o mesmo caminho.”

A presença de novos personagens nos deixam intrigados, como o caso de Gustav Tannhaus (Calma, que não darei spoiler, mas vontade não falta) e dos três mosqueteiros que agem juntos e têm posturas um tanto desagradáveis (chega enjoei).

“O que sabemos é uma gota; o que ignoramos é um oceano”

Assim percebemos que o objetivo não era apenas esclarecer os mistérios, mas também, ampliar tudo que já foi dito.

Deixamos de ser apresentados só com épocas e levados a novos mundos (Arrepiante).

O nível de perfeição da série nos leva a outro patamar de euforia, tudo impecável, seus mistérios enigmas e situação que nos prende e segura até o fim. 

Minha aclamada Netflix eu digo e não nego:

“A gente fica perfeito junto, nunca duvide disso.”

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  1. GabriellaResponder

    Essa resenha está impecável, parabéns para quem realizou ela! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻