Alerta de gatilho! Ansiedade cinematográfica na área…
Faz exatos uns 4 dias, 5 no máximo que eu assisti o primeiro filme e fiquei completamente perturbado esperando a continuação, a ponto de chegar atrasado no serviço por causa da obra. Quando caiu no meu colo que ia ter o segundo filme, eu pensei: “eu quero ver esse filme sem planejar, só esperando pacientemente.” E assim foi. E agora, toma essa resenha baseada em minha opinião

Memoria fresca pós maratona
No primeiro eu já falei aqui em resenha o que eu curti, o que eu não curti e o que eu senti — agora chegou a vez do Destruição Final 2. Preciso dizer logo: ele é um filme “completo”… perdão, exagero da minha parte, porque tem algumas pontas soltas até mesmo dentro do próprio enredo. No primeiro filme eu tinha dúvidas, mas né, não sou cientista, não sou PhD, não sou biólogo pra analisar detalhes científicos — tô aqui pra falar do que eu senti como espectador.
Esse segundo filme tem muita destruição, bastante reviravolta, e momentos de conflito que te puxam pra dentro da história. Mas se for pra comparar com o primeiro, pra mim o primeiro ainda é melhor, tanto em feitos quanto nos dilemas éticos — tipo escolher matar ou não pra sobreviver, se é certo ou errado, e como a pessoa reagiria naquela situação. O segundo ficou um pouco mais focado na família, no sentido de todo mundo trabalhando junto pelos mesmos objetivos.

Ainda comparando com o 1º e falando deste, o 2º
No segundo filme a gente vê que o menino diabético ainda está vivo, ele cresceu um pouco, tipo 15, 16 anos, e isso te traz uma reflexão enorme sobre tempo e sobrevivência. Mas tem coisas que ficaram meio soltas: como é que remédios pra diabetes duraram 5, 6 anos? Como é que aqueles suprimentos, planejados pra durar dois anos, sustentaram tantas pessoas por tanto tempo? Aí fica aquela pulga atrás da orelha…
Quando o filme começa, já vem com um lapso de memória do protagonista sobre o que aconteceu no primeiro filme — e mano, eu fiquei doido outra vez! Nessa sessão eu tava com pipoca e refrigerante, e aquilo ajudou demais porque o filme tem momentos tensos de verdade — diferente do primeiro, que eu tava com almoço na mão mastigando, aqui foi pipoca mesmo e ainda assim tava ligado no 220.

Foto filme 2020
Nesse segundo filme eles exploram comportamento humano e social com poucos recursos, pouca comida, pouca água… a ideia de recomeçar a vida depois da catástrofe é um ponto forte. Eles meio que te jogam na ideia de ir a um lugar que parece um Novo Jardim do Éden — beleza natural, promessas de vida nova — mas também é dor, medo e incerteza por causa da escassez de recursos e virou uma disputa por outros civis desencadeando uma guerra sem fim.
Já não bastasse o pós caos, tem a incerteza do novo meio ambiente
Tem tempestade geomagnética, tempestades densas com relâmpagos fortes, cenário pós-apocalíptico pesaaaaado — e a taxa de sobrevivência parece ser 1% só ou menos. Não é a primeira vez que o personagem sai do treco que onde estavam “hospedados”. Qual o nome daquilo?? Bunker! Isso! (agora lembrei o nome hehe), e aquele momento em que aparece um pássaro voando é simplesmente poético: tipo, “opa, ainda existe vida!” — e isso mexeu demais comigo e com os personagens da trama.
No começo do filme eles mostram que aquilo gigantesco que caiu na Terra (quase como uma montanha do tamanho de um estado) alterou placas tectônicas, formou rios, abriu mares e continentes — isso tudo me deixou imaginando como seria isso 50 anos no futuro, como a Terra reagiria a um evento desse nível… mesmo que o filme não se aprofunde nisso, a ideia fez meu cérebro rodar.

Pros finalmentes em minha opinião
No fim das contas, gostei muito do segundo filme. É um filme que dá gatilho de ansiedade o tempo todo, que faz tu pensar, que te envolve na história e te emociona. É melhor assistir comendo alguma coisa, porque se tu só ficar lá respirando forte, vai acabar comendo até teus próprios dedos de tanta tensão!
Minha nota:
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Primeiro filme: 10
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Segundo filme: 9,5
Super indico! Se você viu o primeiro no cinema ou em casa, vale demais ver o segundo — ele entrega muita emoção, boas memórias e aquele sentimento de “quero mais” no final.
