Animatrônicos à solta hoje!
Aloôô, produção! Chama o Sam e o Dean Winchester porque hoje tem exorcismo de fantasma mal costurado! O filme da vez é Five Nights at Freddy’s 2, e vou mandar a real: ele chegou mantendo a mesma qualidade do primeiro. E quando eu falo de qualidade, é qualidade completa — narrativa, filmagem, efeitos sonoros, efeitos de ação, croma… o pacote cinematográfico inteiro.
Nada de susto ou bizarrice, apenas história.
O filme é muito bom em todas as camadas. Não é porque dá susto, nem porque é tenebroso — até porque, né… mesmo sendo proibido para menores, as crianças dão um jeito e consomem isso tudo rindo, berrando e passando mal (igual eu).
O primeiro filme eu vi em casa, nas plataformas de streaming, e gostei demais. Teve gente que desceu a lenha, mas eu achei massa como ele foi fiel ao clima dos anos 80: aquela estética de passado, o visual retrô, os toques que entregam a época… achei tudo isso muito interessante.
Mesmo elenco, mesmo perrengue fantasmagórico
Agora, falando desse segundo filme: os atores são os mesmos, e eu achei legal demais terem preservado o elenco original. A narrativa também trouxe boas tratativas sobre vários pontos, principalmente sobre o que aconteceu com os animatrônicos, com as crianças-fantasma, com aqueles personagens todos. A curiosidade do protagonista vai crescendo em cena — e isso puxa a nossa junto. Achei essa parte muito boa.
O primeiro filme já tinha entregado um final feliz, e nesse segundo eles exploraram mais possibilidades — especialmente envolvendo outros animatrônicos. Quem jogou o game sabe que um filme só não dá conta de tudo. O irmão mais velho (nosso protagonista) mandou muito bem: aquele jeito sonsão, meio irmão, meio pai protetor (mas não pai), carregando os traumas dele… Às vezes irrita? Irrita. Mas faz sentido pro personagem, e a atuação sustenta isso direitinho.
Nanah neném, a marionete vai te pegar
Agora… a bonequinha do fantoche, meu amigo… a famosa criatura da caixinha de música. Quem já jogou sabe: se parar de tocar a musiquinha, acabou pra você. Eu já joguei, já tomei vários sustos, e ver essa figura no filme deixou tudo ainda mais interessante. A participação dela foi inteligente, bem encaixada e cria possibilidades novas.
E, por falar em possibilidades: tem DUAS cenas pós-créditos, deixando no ar futuros caminhos. Só não sei se o próximo filme vem daqui 2 anos ou daqui 10 — mas, independente disso, esse aqui não caiu no esquecimento. A memória do primeiro ainda estava fresca, e a sequência segurou a onda muito bem
06:00. Que venha o FNAF 3
No geral? Eu gostei MUITO. A única parte ruim da cabine hoje foi o som baixo e a luz acesa (aí vocês me quebram, né?). Mas o filme? O filme entregou. Continuou o que o primeiro começou e ainda deixou dois spoilers de continuidade.
B. House mandou bem aqui.
Resumo: Filme manteve a pegada do primeiro, com boa narrativa, elenco preservado e clima de mistério ampliado. Os animatrônicos, a bonequinha do fantoche e as cenas pós-créditos abrem espaço para mais histórias no futuro.
