{Resenha} É o bicho! - Circo com bichinhos mágicos, muita fofura! - Hospicio Nerd

INHAIMMMM TUXINHOS E TUXINHAS DO TIO MAXXY! VAMOS PARA O CIRCO?

Que delícia poder sentar em frente à TV e assistir uma animação super bem feita, com uma história gostosa e uma proposta cheia de magia para nos levar para o mundo da imaginação, foi nesse clima que estreou na nossa Mammy Netflix no dia 24 de julho, o filme É o bicho (Animal crackers), não só para divertir a criançada como também para derreter os corações dos adultinhos! Renovando conceitos a animação de origem espanhola, chinesa e norte-americana, chega no streaming prometendo divertir todos levando-os para dentro do fantástico mundo do circo com seus artistas e uma proposta mágica sem a necessidade de aprisionar os bichinhos para entreter seu público. Então sempre deixando bem claro que nós do HN não damos spoiler e sempre seremos imparciais para sua opinião, porque aqui meu bem é você quem decide se VALE ou NÃO VALE a pena ver o que estamos resenhando táaaa! Agora que você já está ciente, escolhe seu biscoitinho e vem comigo para o mundo mágico da diversão!

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A direção vem a seis mãos, Tony Bancroft, Jaime Maestro e Scott Christian Sava tomaram a frente do projeto com uma impecável experiência em animação dando vida ao roteiro de Scott ao lado de Dean Lorey, e para completar um elenco de dubladores de primeira formado por Danny DeVito, Emily Blunt, Gilbert Gottfried, Harvey Fierstein, Ian McKellen, James Arnold Taylor, John Krasinski, Kevin Grevioux, Patrick Warburton, Raven-Symoné, Sylvester Stallone e Tara Strong, que simplesmente abrilhantaram os personagens. Na produção temos uma equipe babadeira associada à Blue Dreams Studio, Storyoscopic Films, Odin’s eye animation e BDSS Productions, formada por Scott ao lado dos feras Marcus Englefield, Leiming Guan, George Lee, Jaime Maestro, Nathalie Martinez e Jamie Thomason, que simplesmente arrasaram nas escolhas, começando pelas cores vivas empregadas nas cenas e nos efeitos circenses e indo para a riqueza de detalhes no modelo do gráfico de animação utilizado. Outro fato é a montagem que tem sair perfeita e nem preciso dizer que eles conseguiram um resultado digno para mostrar todo o enredo da história dessa família bem diferente. A trilha sonora traz grandes nomes, como o Queen na primeira apresentação do jovem herdeiro no picadeiro. Para finalizar essa parte técnica temos que elogiar a finalização cenográfica que nos dá realmente a impressão de um show se igualando a grandes produções como Madagascar, Sing e outros mais!

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Em 1963 onde tudo começa, uma família circense nômade se vê entre apresentações mostrando seus animais cativos e até então comandados pelo apresentador Horatio P. Huntington que coordena de forma bem imperativa todos do circo. Quando seu irmão Robert se apaixona pela bela sobrinha da cigana Esmeralda, Talia, eles decidem se casar e recebem de presente da tia cigana uma caixa mágica com vários biscoitinhos como presente de casamento, mas no momento de tanta felicidade seu irmão decide colocá-lo numa calça justa e pede para ele escolher entre a moça e o irmão, e assim Horácio vai embora do circo. Acontece que 30 anos depois, a magia do amor se repete com seu sobrinho Owen e a bela Zoe que se conheceram desde criança, se apaixonaram e quando cresceram acabaram decidindo se casar, mas o pai de Zoe pede para ele escolher entre o circo e trabalhar para empresa dele, é assim que Owen se afasta dos negócios da família. Mas um acidente acontece no circo e seus tios acabam falecendo e o rapaz depois de anos de casado, já com sua pequena filha Makenzie e sua vida monótona como empregado de seu sogro, recebe a herança de seu tio Bob, uma caixa cheia de biscoitinhos mágicos que vai virar sua vida de cabeça para baixo. Daí em diante ele e sua família vão viver uma série de aventuras deliciosas, frenéticas e cheias de magia que vai te levar para um mundo cheio de imaginação e muita arte circense!

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O interessante desse filme, como disse anteriormente é uma renovação de costumes, já que leva as crianças a entenderem que os animais selvagens não devem ser aprisionados para o entretenimento dos humanos ao apresentar a proposta mágica em que uma pessoa come biscoitinhos e se transforma em animais mágicos, como o próprio nome em inglês sugere Animal crackers, biscoitos animais, implanta a ideia de se usar a imaginação para trazer a diversão sem precisar agredir a natureza. Podemos dizer que tanto os roteiristas, quanto os produtores se empenharam nesse projeto para mudar conceitos, apesar de ter quase ficado com todas as esperanças de lançamento no Brasil indo pelo ralo com a chegada da pandemia do Corona vírus, desde seu lançamento em 2017. Mas a nossa Mammy comprou os direitos e lançou o filme no seu streaming para a nossa alegria. É uma história de fantasia, e ainda por ser uma animação, permite que o enredo tenha exageros e sequências inteiras de muita aventura, o que com certeza agrada muito os pequenos. O emocional do filme é tão delicado que consegue fazer aqueles que choram com desenhos animados chegar ao fim do filme em prantos, como aconteceu comigo!

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Outro fato que é bem citado na história é a concepção do costume circense, ao mostrar que é um legado que como antigamente passava de geração para geração para não ser esquecido ou apagado pelo tempo. A arte do circo que já foi um grande sucesso em muitos momentos da história e que é mais antiga do que muitas artes de palco, conseguiu com esse filme prevalecer e trazer até uma vontade nessa pandemia de assistir esses artistas maravilhosos no picadeiro. Eu, particularmente, tive a sensação que muitas das sequências pareceram ser inspirados no Cirque du Soleil ao apresentar malabarismos, trapezios, muita dança e truques com aquele ar de serem impossíveis de serem realizados e tudo isso acompanhado de muita musicalidade. Ressalta o quanto a dedicação desses profissionais que cuidam dos detalhes desde o figurino até a maquiagem é importante para um bom resultado final na apresentação de um espetáculo, ao mostrar os bastidores do evento, mostra também para os nossos pequenos que mesmo no trabalho de entretenimento é exigido uma responsabilidade para cumprir seus papéis, mas tudo isso com a sensação de estarem se divertindo. Consegui observar muitos pontos positivos no que condiz em transmitir uma mensagem positiva para o público infantil, principalmente a importância da união famliar.

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Assim que terminei de assistir o filme, me peguei com os olhos cheios de lágrimas e muito satisfeito com o que foi mostrado no roteiro, na execução impecável e claro no teor psicológico que traz bastante exemplos e conceitos positivos. É o bicho, além desses pontos positivos, pode ser considerado um bom entretenimento para toda a família que está em casa na quarentena, e ainda traz grandes nomes dando suas vozes para os personagens para quem curte assistir animações na sua língua original. Além de ser uma animação que tem a cara dos tempos modernos, foi muito recebida e aclamada no Festival de Annecy, um dos maiores, quiçá o maior festival de cinema de animação do mundo. Teve sua compra muito disputada e foi adquirido por inúmeros mercados, mas mesmo assim ele teve que enfrentar os grandes sucessos das donas do mercado como a Disney, Universal, Pixar, Dreamworks, entre outros, e graçs a Netflix esse drama terminou. Bom agora você corre lá e assiste, e depois de dar boas gargalhadas e até mesmo chorar emocionado, volta aqui e me conta nos coments o que você achou heinnnnn! ADOROOOOOOOO #CHOCOBJS #FIQUEEMCASASEPUDER #MARMOTANDO

E agora todo domingo as 14:00 horas no IG TV do @marmotinhabh teremos as LIVES MARMOTANDO com Hospício Nerd, dando dicas das plataformas NETFLIX, AMAZON PRIME e claro falando de Masterchef Brasil 7ª Temporada! Vem com a gente e se jogaaaaaa! #CHOCOBJS

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