{Resenha - Especial #PrideMonth} Priscilla - A Rainha do Deserto - Hospicio Nerd

Priscilla – A Rainha do Deserto marcou uma geração e transformou uma música em hino para LGBTQIA+.

*Todos os pronomes usados no texto são equivalentes ao usado pelos personagens durante o filme, respeitando assim sua identificação de gênero de preferência.

Priscilla A Rainha do Deserto (1994) Legendado - Filmes LGBT Online

(filmeslgbt.com)

O filme se passa na Austrália, – e é um filme australiano, o que é bom ressaltar, pois um filme de outro país geralmente não tem vez em Hollywood a ponto de se tornar um clássico, ainda mais na década de 90.

Temos três protagonistas, Anthony (Hugo Weaving), conhecido à noite como Mitice durante suas performasses, Adam (Guy Pearce), também conhecido com Felicia, e Bernardette (Terence Stamp), a única trans do grupo.

Anthony, já foi casado e tem um filho e a nossa aventura começa quando sua ex-esposa chama ele para fazer shows no hotel em que ela trabalha, então ele assim convoca suas amigas para a viagem.

Adam, que tem uma condição financeira mais elevada, compra um ônibus e a batiza de Priscilla, a rainha do deserto.

Bernardete é trans e não gosta de ser lembrada da sua vida anterior como Ralf, situação que rende muita briga com Adam, um ser de veras implicante – e muitas das vezes bem irritante.

Durante a viagem passam por muitos percursos, como ônibus quebrado, cidades homofóbicas, agressão física e até descaso com sua arte.

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(adorocinema.com.br)

O filme tem suas falhas, algumas atuações parecem caricatas em meio as outras, algo que não podemos levar em consideração de má atuação, já que estamos falando de três grandes atores que fizeram seu nome e fama em Hollywood, e sim pela época em que foi feito.

Trazendo a história mais para o estilo, road movie – tipo de filme que se passa durante uma viagem – as pequenas paradas e desvios da história principal se encaixam, não sendo voltas que não dão em lugar nenhum, pois em cada parada, vemos situações que as pessoas gay, trans e drag queen tem que passar a sua vida toda.

 

Como "Priscila, a Rainha do Deserto" continua um clássico 25 anos ...

(revistahibrida.com)

 

Falando como a Karol de 8 anos, de quando viu esse filme pela primeira vez, ele é de grande importância. Fala de assuntos sérios, de forma leve e sem ser forçado. Priscilla – A rainha do deserto, é com certeza um clássico, que transformou I Will Survive em um hino da causa LGBTQIA+, que fez uma menininha de 8 anos entender as diferenças e aceita-las.

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