{Resenha} Por lugares incríveis! - Você tem 1000 capacidades para ver! - Hospicio Nerd

INHAIMMMMMM TUXOS E TUXAS, QUER SER MEU PAR PARA INDIANA?!!!

Babado, calmaria e natureza está no cardápio da nossa Mammy desde o dia 28 de fevereiro deste ano e por mais que você visualize uma capa com tom de romantismo, esse é mais um filme do gênero A culpa é das estrelas ou séries como Control Z que abordam o tema controverso da instabilidade emocional durante a juventude que é muitas vezes a causadora de muitos distúrbios emocionais que acabam por culminar em ações premeditadas e inconsequentes. Bem vindo ao mundo de citações filosóficas e da conquista espontânea baseado na obra homônima de Jennifer Niven que tem o poder de criar uma história que pode ter significados opostos para o que imaginamos ao ler o título Por lugares incríveis! Sempre deixando bem claro, que nós do HN não damos spoiler e sempre seremos imparciais para sua opinião, porque aqui meu bem é você quem decide se VALE ou  NÃO  VALE a pena ver o que estamos resenhando táaaa! Agora que você já está ciente, vem comigo para um mundo incrível em algum lugar por aí!

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A direção de Brett Haley ficou indiscutível amores, você vê e sente isso no desenrolar do roteiro de Jennifer Niven e Liz Hannah que com a produção cuidadosa de Paula Mazur, Doug mankoff, Andrew Spaulding, Elle Fanning, Brittany Kahan Ward e Mitchell kaplan e associados a Echo Lake Entertainment, Netflix, Demarest Media e Mazuz Kaplan fizeram um trabalho com muito cuidado e carinho conduzindo um elenco jovem e promissor muito bem escolhido por Tiffany Little Canfield e formado por Elle Fanning, Justice Smith, Keegan-Michael Key, Luke Wilson, Alexandra Shipp, Kelli O’hara, Lamar Johnson, Virginia Gardner, Felix Mallard, Sofia hasmik, Chris Grace, John ivers, Sharon Ivers, Isabella Fay, Nicole Forester, Sara Katrenich, Alex Haydon e Jonathan Schaffer. Mas não para por ai com a direção de fotografia de Rob C. Givens, produção de design de Bruce Curtis, figurino de Mirren Gordon-Crozier e a excelente edição de Suzy Elmiger., o projeto realmente tem vários pontos técnicos positivos como merecedor da atenção da crítica positiva principalmente por funcionar também como um alerta para a nossa realidade. Sem esquecer que os holofotes vão todos para as atuações de Elle e Justice, uma harmonia incrível aconteceu entre esses dois atores que nos prendem a atenção até o final desse drama intenso.

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De primeira, na cena inicial, entendemos que a protagonista da trama é Violet Markey (Elle Fanning), a adolescente de 17 anos que está vivendo o luto ao perder a irmã mais velha em um acidente. Tudo começa quando Theodore Fintch (Justice Smith), um colega da escola aparece no exato momento em que ela sobe no parapeito da ponte onde ocorreu a tragédia e a convence a descer e caminhar com ele. Deste dia em diante eles começam a se aproximar e acabam decidindo fazer um trabalho de escola juntos e acabam vivendo bons momentos em Indiana. O sentimento de solidão, da mal interpretação, do medo de nunca ser amado sem julgamentos compõe o mundo de Finch, que mesmo recebendo a ajuda do psicólogo do colégio (Keegan-Michael Key) e parecer ser um garoto alegre e bem resolvido nos mostra a presença da importância de um personagem tridimensional em uma trama como essas que aborda além do suicídio, tantas outras questões sociais tão importantes para a sociedade de hoje. Vem viver o mundo de dois jovens tentando se apoiar e se ajudar até o máximo de seus limites, sem floreios e com muito pé no chão, o que pode trazer mais aprendizado do que a ilusão!

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A obra tem um brilho próprio como o nome original All the bright places que significa todos os lugares brilhantes, que traz a realidade como tratamento para a resolução de vários problemas que muitos dos jovens hoje em dia enfrentam e muitas vezes passam despercebidos devido as ausências, por motivo de trabalho, ou estudo e até mesmo pela ausência digital tão comum hoje em dia. A ideia de tratar o tema do filme direcionando a nossa atenção inicialmente para o luto que vive a personagem Violet foi acertado, através de um fato de teor sentimental o enredo parte para a abordagem de algo mais íntimo que para percebermos às vezes é necessário sermos invasivos e tentar compreender o que se passa no mundo daquele amigo ou parente que convive no seu ciclo diário. Mostrar que existe um ambiente jovem capaz de influenciar uma pessoa a desistir de viver tem sido cenário e inspiração para muitas séries e filmes lançados nos últimos tempos.

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Por lugares incríveis tem um jogo de imagem harmônico de muito bom gosto, além do que a criatividade é um tópico marcante na obra de Niven, as várias maneiras que o personagem Fintch encontra para conquistar o coração de Violet e claro sua confiança, demonstra o quão se empenharam os envolvidos no projeto para deixar às claras todas as intenções que a história traz para quem assiste. Os assuntos relacionados a como e de que forma acontecem os chamados distúrbios imperceptíveis que geram grandes desastres nas vidas de muitas famílias pelo mundo inteiro, não é só para arrecadar uma bilheteria que dá vantagem apenas para o filme, mas que tem também uma campanha embutida e direcionada ao auxílio de várias famílias e jovens que estão passando por esses tipos de problemas abordados desde o sucesso do lançamento do livro. Temos que ressaltar também que foi uma boa escolha mostrar os problemas de Fintch de forma gradual e focando na espécie de ajuda que o rapaz dá para Violet, o que até certo momento encobre o motivo real do drama vivido pelos dois jovens estudantes sujeitos a todos os tipos de acontecimentos que podem influenciar suas vidas de tal forma impactante que acabam por desistir de tudo.

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Sim amores, eu me emocionei no final, mesmo sabendo que várias pessoas acharam o filme com um teor emocional menor, mas o filme tem alguns gatilhos muito bem pensados para provocar nas pessoas esse sentimento, depois que nos aproximamos do seu final e a realidade é mostrada sem rodeios, o que provoca reações adversas, desde o desgosto pela obra até a emoção por procurar entender mais profundamente o que tudo aquilo quer dizer. E para completar nos créditos finais tem uma dedicatória para todos aqueles que já foram vítimas e sofreram os impactos destas questões de saúde mental, suicídio, depressão e luto. E claro temos a indicação do site oficial do filme como indiciação e lá você encontra vários links e telefones de instituições de diversos países que podem ajudar pessoas que estejam passando por situações semelhantes, inclusive para nós brazilians baby! Agora vai lá na plataforma, assista o filme e volta aqui e me conta tudinho que você achou tá! ADOROOOOOOOO #CHOCOBJS #FIQUEEMCASASEPUDER  #MARMOTANDO 

E agora todo domingo as 14:00 horas no IG TV do @marmotinhabh teremos as LIVES MARMOTANDO com Hospício Nerd, dando dicas das plataformas NETFLIX, AMAZON PRIME e claro falando de Masterchef Brasil 7ª Temporada! Vem com a gente e se jogaaaaaa! #CHOCOBJS

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  1. Amanda AlineResponder

    Eu amei este filme Maxxy, tem uma reflexão maravilhosa, assisti assim que ele saiu na Netflix.

  2. Maxxy MilesResponder

    É maravilhoso não é Mandinhaaaa! kkkkk Chorei rios quando vi!