{Resenha} Rosa e Momo! - Sophia Loren e Ibrahima Gueye, experiência e aptidão! - Hospicio Nerd

INHAIMMMM TUXOS E TUXAS PRONTOS PARA UM AMOR QUE TRANSFORMA?

A vida à sua frente! E para mostrar isso estreou na nossa Mammy mais uma de suas produções, Rosá e Momô (La vita davanti sé) estreou no último dia 13 de novembro como mais uma produção estrangeira trazendo o cinema italiano com louros para o streaming. E os temas polêmicos são trazidos com tudo em mais uma produção estrangeira, isso parece que unifica o mundo mostrando os problemas que existem em todos os lugares, dessa vez, a injustiça social, a marginalização e a doença estão de mão dadas e com certeza vai ser motivo de todo mundo deixar a telinha molhada de tantas lágrimas. E deixando bem claro, que nós do HN não damos spoiler e sempre seremos imparciais para sua opinião, porque aqui meu bem é você quem decide se VALE ou NÃO  VALE a pena ver o que estamos resenhando tá! Agora que você já está ciente, vem comigo, vamos desvendar que mistérios existem entre uma mulher e uma criança que vai uni-los numa jornada recheada de sofrimento e sublimação!

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A direção de Edoardo Ponti que também assinou o roteiro ao lado de Fabio Natale, Romain Gary e Ugo Chiti para a adaptação do aclamado romance do francês Roman Gary, A vie devant soi, foi a escolha certa para o projeto. A produção por conta de Carlo Degli EspostiNicola Serra ao lado da Netflix, Palomar e MIBACT Cinema e Audiovisivo teve a direção de fotografia de Angus Hudson e montagem de Jacopo Quadri que guiaram o super elenco formado por Sophia Loren, Ibrahima Gueye, Renato Carpentieri, Diego Iosif Pirvu, Massimiliano Rossi, Abril Zamora e Babak Karimi nesse processo gradativo para apresentar um enredo perfeito e que prendesse o público até o final. O trabalho ficou de primeira e para garantir o sucesso desse drama baseado no livro de Gary, nada melhor do que uma música tema marcante, Lo sì (Seen), composta por Diane Warren e interpretada pela nossa amada Laura Pausini.

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Madame Rosá (Sophia Loren) é uma sobrevivente do Holocausto que como todos que conseguiram fugir das atrocidades nazistas traz as marcas do seu sofrimento tatuada em seu braço, como judia que passou pelo campo de concentração de Auschwitz, a ex prostituta tenta viver dignamente sua velhice. Para isso ela escolheu cuidar de filhos de prostitutas que estão sob vunerabilidade numa espécie de creche em sua própria casa, no litoral da Itália. O jovem imigrante senegalês Momô (Ibrahima Gueye) recebe o abrigo e os cuidados do Dr. Coen (Renato Carpentieri) que se vendo numa situação bem complicada para continuar cuidando do adolescente, decide levá-lo para os cuidados da madame em sua casa, sem saber que ela foi vítima de furto dele. O garoto órfão que já traz um histórico bem complicado de mau comportamento, pequenos furtos e tráfico, vai se ver envolvido com a vida da senhora e das duas crianças que ela toma conta, o que ele não sabe é que talvez essa experiência acabe mudando sua vida por completo!

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Um trabalho marcante pede um momento épico, é isso que o filme traz com a volta de Sophia Loren para as telinhas numa papel intenso e claro cheio momentos marcantes, principalmente por ser dirigida pelo próprio filho que foi lançado ao mundo pela nossa Mammy. Como atriz que fez história, ela é um dos ícones da sétima arte por ter feito sucesso não só na Europa, mas nos Estados Unidos e no mundo inteiro por ter sido a primeira atriz a levar o Oscar de Melhor Atriz em 1962, pelo longa Duas Mulheres. A produção se destaca pela ideia original da obra inspiradora onde o processo de envolvimento entre personas europeias com imigrantes africanos, acentuando a marginalização deles nas ruas e o abandono do cidadão europeu, possibilita uma forma harmônica para o entrelaçamento das duas vidas que se cruzam pelas fatalidades da vida que acontecem de um lado e do outro. A ideia é boa e se encaixa na medida certa da receita para o sucesso, mostrar uma rede de proteção bilateral entre uma pessoa abandonada pela vida e um adolescente de 12 anos mulçumano promete mexer com o sentimentalismo existente nos atuais corações pandêmicos, e isso gera uma credibilidade sem questionamentos.

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A intenção é envolver o público num drama bem possível hoje em dia, mesmo sabendo que foi escrito em uma época diferente, após 40 anos continua sendo bem atual. São dois mundos carregados de insegurança que fazem parte de uma dura realidade que é de certa forma meio lógica. Mas a história toda nos leva a observar uma transformação para as duas gerações e seus conflitos, que te leva de uma relação difícil e cheia de culpa para uma interação afetiva entre eles que deverá resistir aos impactos das duas realidades na intenção de se completar em um momento. Numa tentativa de repetir o que aconteceu em 1977 na sua primeira versão que recebeu o título de Madame Rosa, que ganhou o Oscar de produção estrangeira para a França, Rosa e Momo está no caminho certo e com certeza vai levar prêmios em alguns festivais, ou quem sabe a tão famosa estatueta. Agora é com você, corre na plataforma para conferir, descubra o segredo para o amor incondicional e depois vem aqui e me conta o que achou tá! Simples assim! ADOROOOOO #CHOCOBJS

Todo domingo as 14:00 horas no IG TV do @marmotinhabh temos as LIVES MARMOTANDO com Hospício Nerd, apresentada por euzinho, @lisbragaoficial e @ricardocatizaneoficial dando dicas das plataformas Netflix e Prime Vídeo, Cabines de imprensa e falando de Masterchef Brasil 7ª Temporada além de trazer convidados maravilhosos! Vem com a gente e se jogaaaaaa! #CHOCOBJS #NOVEMBROAZUL

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