{Resenha} The f**uck-it list! - Se fizer a lista, pense antes de postar! - Hospicio Nerd

INHAIMMMMM TUXOS E TUXAS MULTIVERSITÁRIOS, JÁ QUEBRARAM AS REGRAS HOJE????

Causando de alguma forma na nossa Mammy Netflix, ao entrar no cardápio do seu streaming, a bomba que pode causar nas cabecinhas jovens dos nossos estudantes, desde o dia 01 de julho está à disposição, com vocês: The f**ck-it list! Um filme bem diferente do convencional desses que tratam de escola cheia de adolescentes revoltados e que estão loucos para desligar o botão da normalidade e fazer algo louco! Pára uns minutinhos aí e vem comigo para destrinchar tudo sobre esse filme doido e cheio de coisinhas para gente falar né, lembrando que nós do HN não damos spoiler e sempre seremos imparciais para sua opinião, aqui meu bem é você quem decide se VALE ou NÃO VALE a pena ver o que estamos resenhando táaaa!

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O elenco que traz o sumido Jerry O’Connell ao lado de Eli Brown, Madison Iseman, Marcus Scribner, Amanda Grace Benitez, Allison Dunbar, Andrew Bachelor, Karan Brar, Natalie Zea, Angela Daun, Brandon Bales, Callan Mulvey, Blair Hickey, Aqueela Zool, Peter Facinelli, Camryn Maneheim, Chris Gann, Diana Toshiko, Eddie Navarro,Kristin Carey, Paul Mabon, Satya Bahbah e Tristan Lake Leabu que tiveram a direção e roteiro de Michael Duggan, de certa forma não podemos dizer que ele acertou na história, mas talvez tenha trabalhado bem como diretor. Num projeto de uma hora e quarenta e três minutos a produção que além de ter o próprio diretor-roteirista na equipe, contou também com Brett Bouttier, Dan McDermott, Jordan Levin e Matthew Signer associados a Awesomeness Films, Paramount Films e Tunnel Post, fizeram um bom trabalho tanto no figurino, quanto na trilha sonora, como também arrasaram na montagem e nos cortes de edição, deixando tudo muito bem explicadinho e utilizando os chamados novos recursos tecnológicos da sétima arte.

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Se imagine como um filho obediente que faz tudo que seus pais querem e um aluno exemplar, daqueles bom em tudo, nos trabalhos, nas provas e que está prestes a largar o ensino médio e ser aceito por várias universidades de uma vez só, inclusive entrar na lista de espera de Harvard, mas em apenas uma noite, um erro e tudo vai pelos ares! A história de The f**ck-it list trata disso, mas de uma forma bem diferente, ao ser flagrado por câmeras do galpão que explodiu em sua escola, o jovem Brett Blackmore se vê em maus lençóis, tendo suas possibilidades de ir para a faculdade serem canceladas uma após a outra e ainda enfrentar toda a pressão dentro de sua própria casa e ao seu redor no meio social. Não resistindo a toda essa pressão, o garoto decide fazer um vídeo citando uma lista do f**da-se e contando para seus amigos tudo que ele tem vontade de fazer, mas nunca realizou por respeitar a vontade de seus pais e por seguir as convenções sociais, que da noite para o dia viraliza na internet e ele se torna uma celebridade entre os jovens de sua faixa etária, um ícone, um ídolo. Só assistindo para saber como tudo isso termina, e é bom que todos vejam como uma comédia apenas!

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O universo de Brett é algo incomum para o normal que podemos chamar de geral nas escolas norte-americanas, o estudante que tem um padrão de vida mais elevado traz um perfil de um rapaz meio que fruto da lavagem cerebral dos próprios pais, que decide acordar do nada e gerar um movimento revolt depois de fazer o vídeo que promoveu uma lista um tanto quanto louca e cheia de atos inconsequentes e impensados que acabaram por influenciar os jovens de sua idade a fazerem o mesmo. A maneira conforme o roteiro foi escrito traz também uma espécie de justificativa para o ato do moço que ao meu ver não funcionou muito bem não, já que como vou falar a seguir gerou algumas cenas desnecessárias e bem divergentes no que se trata de fazer o certo dentro da sociedade em que vivemos.

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Ele não está sozinho, junto dele antes mesmo que a série de seus atos impensados algumas pessoas ao seu redor, a sua crush de escola desde a infância Kayla, após o vídeo bem controverso de Brett, também decide chutar o balde e vai com ele viver uma dessas aventuras irreverentes que ele mesmo sugeriu. Tudo vai indo de uma maneira bem aceitável, até que num dos ápices do filme, o rapaz convida seus seguidores e amigos para uma festa com fogueira e queima nada mais nada menos do que os livros escolares, chegamos na parte que eu não achei construtiva, a intenção do diretor Duggan pode ter sido outra, mas com certeza a possibilidade maior é que o público jovem que ainda tem uma cabecinha fraca possa entender esse ato de forma errada e comecem a fazer o mesmo. Isso mostra que mesmo na sétima arte existem equívocos que devem ser observados e discutidos bastante antes de serem lançados e que devemos também abrir nossa visões e procurar ver um lado positivo ao nos deparar com esse tipo de cenário.

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Como entretenimento, sim, foi válido assistir, mas no meu caso, apesar de ter gostado de várias partes do filme, achei que algumas cenas desnecessárias acabaram por pesar muito no conceito do filme que poderia ter tudo para ser legal, já que de uma forma ou de outra também mostra como o ensino escolar mundial ainda se encontra em frangalhos, ao mostrar que a condição de concluir com méritos o período escolar parece somente estar ao alcance na maior parte, aos que pertencem à classe média em diante. The f**ck-it list poderia ter sido melhor, mas podemos dizer que é bom assistir o filme com uma visão irônica sem se deixar influenciar por alguns atos do jovem protagonista. Então vai lá e confere, depois volta aqui e me conta nos coments que eu quero saber o que você achou táaa! ADOROOOOOO #CHOCOBJS #FIQUEEMCASASEPUDER #MARMOTANDO

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  1. Elaine M.Responder

    Gostei da sua crítica e tbém achei que exageraram a ponto de influenciar adolescentes a interpretarem indevidamente que devem queimar livros e f**a-se tudo! E mesmo assim ser premiado, dar a volta ao mundo com a menina dos sonhos… e claro, dinheiro não é problema… Rebeldinho no país das maravilhas!