Inicialmente, manooooo
Saí do cinema com uma vontade maluca de chegar em casa e devorar o álbum inteiro! Tipo, que som era aquele que eu nunca tinha parado pra sacar?!

PRIMEIRA IMPRESSÃO
No começo, parecia que eu tava assistindo a um documentário perdido sobre artistas de karaokê em casas de bingo retrô. A parada era sobre gente comum, como eu e você, buscando um corre na vida artística, uma chance de brilhar. e em minha opinião eu adorei, a ponto de me surpreender e me emocionar
Baseado em fatos reais, mas bem longe de ser documentário
Percebi que, por outro lado, a atmosfera criada foi bem intensa e envolvente. A forma como a história de artistas covers foi contada, mostrando as oportunidades precarias de trabalho e de vida, foi algo que me prendeu a atenção. Além disso, as transições sonoras foram um detalhe que se destacou; em vez dos cortes de imagem tradicionais, o som de uma cena conectava com a outra, criando uma ligação muito legal. Notei também que a proposta de alguns closes superfechados no rosto dos artistas não ficou clara, gerando uma certa confusão. “- Até achei que fosse uma merchan de alguma empresa ortodôntica, dentes e sorrisos lindos rsrsrs…”

Um desejo de outro universo (DC Comics) realizado aqui
(aí que o bagulho ficou louco mesmo) Fui pego de surpresa várias vezes, porque eu não manjava nada da história do artista original, muito menos dos covers. Teve hora que eu fiquei tipo “ué, como assim?!”, completamente perplexo com o que tava rolando na tela. E ver o Hugh Jackman, nosso eterno Wolverine, num papel desses, mais humano, buscando uma vida comum… foi quase como ver o Capitão América voltando no tempo pra ter uma vida normal. Bateu diferente.
Além disso, a atuação do Hugh Jackman colou igual chiclete na mente — mano, essa parte era tipo… (minha mente explodiu). Ver o personagem dele, um astro do rock, vivendo altos e baixos, casando, sendo pai, e lidando com as desgraças da vida, foi muito impactante. A história é feliz, mas com umas porradas que te fazem pensar: “Eita, e agora?”. Também curti demais o fato de o filme me fazer querer pesquisar mais sobre a banda e o artista.

Gostei mas não entendi a proposta do diretor
Observei que algumas cenas foram executadas de forma confusa, especialmente por causa daqueles closes exagerados. Apesar de terem sido, talvez, uma tentativa de criar um efeito artístico, a proposta não foi bem compreendida e acabou quebrando um pouco o ritmo.
Filme bateu pesado – Vida de artista neh!
No fim das contas, de verdade, foi uma viagem que bateu fundo, deixando resquícios na mente. Saí do cinema com a sensação de ter descoberto um som novo, mesmo sendo antigo, e com vontade de passar a semana inteira ouvindo a obra dos caras. Foi uma experiência que me fez conectar com a história de uma forma que poucos filmes baseados em fatos reais conseguem.
Enfim, esse bagulho entrou na minha mente igual funk doido que se gruda no cérebro — e aí que a resenha virou case de culto. O filme é simples, cinema puro, e isso é lindo de se ver.
