Um filme ESPETACULAR! (com todas as letras em maiúsculo)
Para fechar o mês de setembro!
Depois de eu ter assistido Era Uma Vez em… Hollywood, pensei: “não é possível o Leonardo DiCaprio entregar outra atuação impecável tão cedo”. Pois bem, eu estava enganado. Neste novo filme, em minha opinião, ele manda ver novamente, em uma produção que mistura camadas de beleza técnica, qualidade de áudio e ação eletrizante.
Qualidade IMAX e puro suco de cinema.
O longa mergulha em batalhas intensas, ataques coordenados e cenas de tensão com viés político — sempre deixando no ar aquela sensação de alerta. Sim, eu até tomo cuidado com as palavras porque, dependendo de quem lê, pode achar polêmico… mas vamos de resenha sincera! A obra é bem trabalhada do início ao fim, sem pressa e com aquela pegada grandiosa de cinema IMAX.
Sobre o que é esta treta politica de geocultural?
A trama envolve amor, liberdade, direitos e imigração, tudo costurado em um contexto de confronto com forças militares. Assim, quando se ataca o exército americano, a retaliação é esperada e, nesse sentido, o filme não foge desse realismo. Além disso, em vários momentos, só o olhar de um personagem já entrega o peso da cena, dispensando diálogos longos ou poesia. Ou seja, é aquele tipo de interpretação que prende a gente sem precisar de palavras.
Pensando aqui, e se fosse a Rihanna no papal principal???
Por outro lado, há também o destaque para a atriz principal — uma mulher preta incrível, cuja performance foi tão forte que, em alguns momentos, me lembrei até da Rihanna. Inclusive, imagine o impacto se fosse ela contracenando com DiCaprio! Seria um estouro de público jovem, tal como aconteceu com Furiosa (da franquia Mad Max) ao apostar em uma atriz popular entre novas gerações. Ainda assim, justiça seja feita: a atriz que assumiu o papel fez um trabalho impecável.
Treta geopolitica bem apresentada
O filme, além disso, flerta com temas pesados como supremacia branca, manipulação de elites e jogos de poder globais. Embora possa parecer teoria da conspiração, a narrativa deixa tudo muito bem amarrado, de forma que provoca reflexões sobre o que acontece “acima”, enquanto a gente aqui embaixo só paga boletos. Desse modo, esse contraste dá força à história e transforma o entretenimento em crítica social.
Por fim, goxtei!
Do ponto de vista técnico, é uma obra redonda: equilíbrio sonoro, cenas de ação que lembram The Boys pela violência estilizada e, ainda por cima, aquele tempero tarantinesco de surpresas narrativas. Assim, eu fiquei encantado e feliz de acompanhar até o fim, acreditando que o filme merece, sim, uma indicação ao Oscar. Caso contrário, se isso não acontecer, ao menos já garantiu seu espaço no meu coração cinéfilo.
por @henriquepheniato

