Missão dada é missão cumprida!
Para uma semana para lá de especial, recebi a missão de falar um pouquinho sobre jogos que amo e que marcaram minha trajetória gamer. Instantaneamente me vem o top 5 da vida que são formados por: Resident Evil 4, Donkey Kong Country 3: Dixie Kong’s Double Trouble!, Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest, Red Dead Redemption 2 e Batman: Arkham City.
Contudo irei fazer diferente no texto de hoje, vou focar em jogos que simplesmente amei só que agora deste 2026, os meus famosos 10/10 até o exato momento do ano. Bora começar?
Resident Evil Requiem: Resident Evil Requiem é simplesmente um deleite em todos os sentidos. Uma experiência marcante que com poucos minutos de jogatina já mostra que será uma baita campanha. Dito e feito!
O título entrega praticamente dois jogos em um de uma forma magistral. As diferenças de Grace Ashcroft e Leon S. Kennedy são impecáveis, Grace para o seu lado “terror” em primeira pessoa com o seu perseguidor, e o Leon em terceira pessoa com o seu lado ação, bem característico mostrado em Resident Evil 4 Remake.
Independente se você é um fã de longa data da franquia ou um fã mais recente, tiro certo.

(Via: Divulgação – Capcom)
Planet of Lana II: Children of the Leaf: A Planet of Lana… automaticamente já me vem à mente a música e as suas batidas. A dupla Lana e Mui entregam uma campanha sólida e comovente sem que exista uma única palavra entendível para os jogadores.
Pelas ações somos tocados quase que instantaneamente, amamos a dupla e queremos protegê-los a qualquer custo. Fator curioso inclusive, Lana e Mui já estão mais experientes se comparado ao primeiro projeto, Lana mais madura e conseguindo atingir locais distantes com o seu pulo, e Mui com novos poderes (tentando entender mais sobre o seu passado).
Plataforma com puzzles de qualidade, de dar inveja em muitos Limbos e Insides por aí.

(Via: Divulgação – Thunderful Publishing)
Mixtape: Não temos desafios, não temos escolhas para guiar a história, mas temos arte! Mixtape é incrível, seus visuais, suas animações, seu estilo Stop Motion cativam já no primeiro olhar.
Se por um lado alguns jogadores terão dificuldades em se aproximar dos personagens por ser uma história de adolescentes estadunidenses, a seleção das músicas e pensar em trilhas para cada momento é algo universal. Basicamente toda criança/adolescente pensa nisso não é verdade?
E que seleção de músicas! Cada uma delas é bem explicada pela personagem (existindo a quebra da quarta parede) e casa perfeitamente com o momento e o “desafio” dos vários mini games existentes ao longo de uma curta experiência.

(Via: Divulgação – Annapurna Interactive)
Minishoot’ Adventures: Esse aqui eu esperei bastante até que finalmente ele chegasse aos consoles. Já estava de olho nele desde a primeira vez em que o vi no canal Nautilus no YouTube. E só digo uma coisa: valeu a pena demais!
Sua exploração Zelda e toda a sua ambientação são incríveis. Temos o desafio na medida certa, nada muito complexo e nada muito tranquilo demais. Acabou agarrando em algo? Fique tranquilo, explore, fique mais forte e tente novamente (não me venha falar de souls, Julio Lemos).
Bullet hell também sempre me conquista, quando bem-feito, dificilmente não me agrada.

(Via: Divulgação – SoulGame Studio)
High on Life 2: Se o primeiro eu fiquei nos 7/10, sua sequência melhora e eleva a sua marca para um outro patamar. Ele é mais divertido, seja na gunplay e em suas piadas, entrega melhores plataformas com a baita adição do skate, e novas armas com direito a questão amorosas entre elas.
Me surpreendi demais, não estava esperando muita coisa e fui fisgado do começo ao fim. Uma pena que a grande parte do público gamer não viu este projeto da mesma forma, visto que ele não foi muito bem nas críticas especializadas e dos jogadores.
Mas para quem não teve a oportunidade, fica aqui a minha recomendação, um grande game fps que brinca com exploração de detetive, julgamentos no tribunal, questões “filosóficas” e muito mais.
(Via: Divulgação – Squanch Games)
