Só vem!
No dia 30 de julho deste 2026, chegou ao mercado o título Turnip Mountain, sendo ele desenvolvido pelo Luke Sanderson e publicado pela JanduSoft.
O título está disponível para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series S/X, Xbox One, Nintendo Switch e PC.
A subida pode ser dura as vezes? Vem comigo que eu te conto em uma análise sem spoilers. O texto a seguir foi feito em cima de uma gameplay do Xbox Series S. Em nome do Hospício Nerd, agradeço a chave gentilmente cedida pelo Game.Press.

Premissa/Narrativa
Por aqui conheceremos a história de um simples Turnip, ou se preferirem, um nabo! Ele vivia tranquilamente no alto de uma plataforma, até que de repente a natureza decidiu agir e simplesmente o derrubou.
Resta ao nosso querido amigo legume, apoiar em seus músculos e subir tudo novamente, sem tempo ruim e com direito a muitos desafios no caminho.
Gameplay/Jogabilidade
Turnip Mountain é um game plataforma, mas que se apoia inteiramente na fisicalidade existente em nosso planeta. Em outras palavras por mais que exista na tela um nabo com braços musculosos, os movimentos executados vão para um lado realista.
A escalada utilizada por aqui não vai exigir do jogador estamina nem nada, mas cada avanço deve ser minimamente calculado. Como fica os comandos para o jogador? Cada analógica fica responsável por um dos braços do personagem.
Seja à esquerda o braço esquerdo, e a direita o braço direito. Ao pressionar os gatilhos (no Xbox, LT ou RT), os braços vão executar a ação de segurar algo, seja uma plataforma, uma manivela, uma grade e por aí vai.
A subida como mistura os comandos de analógica mais gatilhos, me deu um nó na cabeça estratosférico. Subir de cá para lá, mesmo que não seja um lugar muito distante ou muito alto no caso, se torna uma tarefa absurda de complexa.
Dá para se acostumar? Com toda certeza, quando se pega a manha fica uma maravilha de se jogar. Os desafios ficam mais tranquilos? De maneira nenhuma! O game que é distribuído em fases, vai soltando novas ferramentas para o jogador brincar que complica a nossa vida.
Posso estar exagerando um pouco? Existe um mundo, mas este é certamente um dos jogos plataformas mais difíceis do qual já tive a oportunidade de jogatinar. E sabem o que é pior, conseguimos vislumbrar com clareza os movimentos a serem feitos, mas eu simplesmente não conseguia. E quando pedia agilidade então, esquece…
Falei mais cedo sobre novas ferramentas para a jogatina, posso exemplificar com pegadas de impulsos, que podemos fazer na vertical ou na diagonal. E mergulhos em forma de nabo que servem para se jogar atingir locais onde não existem a possibilidade de escaladas.
Existe um modo co-op neste game, onde cada jogador fica a cargo de um dos braços do nosso nabo, infelizmente não tive a oportunidade de testá-lo, mas certamente deve acrescentar ainda mais na dificuldade existente (e na diversão também), sincronizar os movimentos não é uma tarefa tranquila.
Direção de arte/Aspectos técnicos
Sua arte preza pelo simples, mas ela é muito eficaz! O game é bastante charmoso e pode ser personalizado pelo jogador. E não falo só em personalização do próprio nabo, as cores das fases também podem.
Eu poderia ter falado dos desafios extras na parte do gameplay, mas preferi deixar para esta parte, pois algumas tarefas durantes as fases vão nos bonificar com estas personalizações citadas anteriormente.
Algumas ficam “escondidas”, outras já exigem uma mecânica mais habilidosa por parte do jogador, reforço que não são obrigatórias, mas agregam em uma possível nova jogatina, por exemplo.
Em minha gameplay não tive nenhum problema com crashs ou travamentos, tudo fluiu bem e que bom que ele está dessa forma, pois por aqui a precisão deve ser levada a uma outra potência.
O título foi desenvolvido com o motor gráfico do GameMaker, sua trilha é cativante e deixa a subida ainda mais satisfatória de ser realizada.
Conclusão
Turnip Mountain é um baita título de plataforma, mas também um grande título de desafio! Jogadores de um bom plataforma podem se satisfazer por aqui, mas também pode se frustrar, é literalmente uma faca de dois gumes.
E os jogadores de escalada então? Aqui é prato cheio para vocês meus caros(a), a fisicalidade proporciona algo que podem te deixar em êxtase.
Como aspecto positivo, destaco justamente a fisicalidade, os desafios na “medida” e a constante necessidade de colocar uma nova camada para o jogador.
Como aspecto negativo, destaco a dificuldade. Os comandos me deixaram em modo de tela azul com enorme frequência.
8/10
