SEM SPOILER!
Sim, meus caros guerreiros gregos! Hoje vamos conversar um pouco sobre o novo filme do Nolan, nos levando novamente para a Grécia Antiga! E antes de começar a falar, quero deixar claro que essa é a MINHA OPINIÃO! Não estou aqui para te falar se o filme é bom ou não, estou aqui para compartilhar com vocês o que EU achei do longa! Dito isso, peguem suas espadas, entrem no cavalo de madeira e BORA RESENHAR!!

Uma coisa é fato: não dá para assistir a um filme do Nolan sem reconhecer o quão sensacional esse diretor é! Você consegue identificar o trabalho dele, sabe que existe aquele cuidado em cada detalhe. Não é só apontar a câmera e contar a história, ele parece ter uma preocupação em larga escala, transformando tudo em algo grandioso, e A Odisseia tem isso! O filme é bonito, muito bonito!
A fotografia é provavelmente um dos pontos que mais me chamou atenção. Tem momentos que parecem pinturas, com cenários grandiosos e uma trilha que aumenta a imersão. Porém, fiquei com uma sensação de estranheza durante o filme.
Não foi aquela coisa de “não gostei”, muito pelo contrário, eu gostei do filme! Só que, no meio da grandeza, faltou algo. Não foi sobre os personagens, atuação, caracterização, quem fez isso, quem fez aquilo, ou toda essa besteira estúpida que parece ter virado padrão nos dias de hoje. A minha estranheza pode ter sido culpa da nostalgia!

Pois é, tenho um carinho muito grande pelo filme de 1997, dirigido por Andrei Konchalovsky, que também comandou outro clássico dos anos 90, Tango e Cash! O filme não tinha efeitos especiais bem feitos, não tinha uma produção extraordinária, nem atuações dignas de Oscar, mas ele tinha algo que me prendeu o tempo todo! Que me fez entrar naquela imersão e quase entrar em êxtase no momento final, quando o Odisseu se revela aos pretendentes da esposa.
No fim das contas…
A Odisseia do Nolan é mais um grande trabalho, bonito e épico. Porém, para mim, ele entrou na lista de filmes grandiosos que só serão vistos uma vez! Foi a mesma coisa com Oppenheimer, um filme foda e que eu só vi uma vez, ao contrário de Interestelar, que sempre que posso estou assistindo outra vez.
Mas o fato de eu não ter interesse em rever essa versão de A Odisseia não significa absolutamente NADA!
