The King and the Clown: Um clássico do cinema sul-coreano || Resenha
O nosso papo de hoje é sobre o filme “The King and the Clown”, alguém aí conhece?
“The King and the Clown” é um filme sul-coreano de 2005, dirigido por Lee Joon-Ik e escrito por Choi Suk-Hwan e Kim Tae-Woong. O longa é um marco na carreira do ator Lee Joon-gi e é uma ode a História coreana.
Sinopse (AsianWiki)
No auge da dinastia Joseon do século XVI, dois atores viajam para Seul e se juntam a uma trupe de atuação. Quando seu show irreverente zomba do rei atual, eles recebem mais atenção do que esperavam. Depois de serem presos, eles têm a chance de serem poupados se fizerem o rei rir. Para surpresa de todos, o monarca em êxtase adora o show e nomeia os atores bobos da corte oficiais, dando-lhes comida e abrigo. Mas a atenção do rei se volta inteiramente para Gong-gil (Lee Joon-gi). A concubina do rei, os ministros e todos do reino ficam desconfiados, e o ciúme e a raiva brotam de todos os lados.
Um clássico para amantes do cinema sul-coreano
Primeiramente que “The King and the Clown” é um clássico do cinema sul-coreano, tendo uma das maiores bilheterias do país e muito aclamado por quem assiste. Afinal, a trama apesar de enunciar que a história gira em torno de um rei e um bobo da corte, o enredo não é engraçado, mas sim dramático e com um humor específico.
Logo que o teatro de rua é uma marca histórica dentro da Coreia, e esses artistas normalmente usavam máscaras e seus shows faziam críticas ferrenhas a membros da elite. Para ilustrar, uma referência atual é do drama “Money Heist: Korea”, as máscaras usadas pelos membros do assalto, eram as mesmas usadas no teatro de rua. E tudo fica ainda mais interessante quando descobrimos que o longa é baseado em uma peça teatral que tem como fundo os Anais da Dinastia Joseon, que menciona brevemente o palhaço favorito do rei, Gong-gil.
Ponto extra pelo Lee Joon-gi
Enquanto isso um dos protagonistas é o icônico Lee Joon-gi (Flower of Evil), e devemos chamar toda a atenção para o personagem do ator no filme. Pois o Gong-gil é único e completamente diferente do que estamos acostumados a acompanhar nos trabalhos do patrão. A delicadeza do personagem, aliada ao drama e confusões que ele carregava era marcante para a história. Fazendo o telespectador ficar inquieto e tenso, imaginando o que poderia vir a ser mais desconfortável a cada passo que tudo ia se desenrolando.
Mas vale a pena?
Enfim, se você curte História e gosta de contemplar um ótimo clássico, sim ele vale o tempo. Mas você deve ir com a mente aberta e disposto a encarar 2h de filme, com diálogos reflexivos e personagens mega complexos.
O filme foi recomendado para mim pelo Portal Lee Joon-gi, sigam a fanbase para mais atualizações do patrão.
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