{Resenha} Star Trek: Discovery – Preparados para uma viagem milenar? - Hospicio Nerd

“Às vezes, a esperança é a única coisa que nos sobra”.

E aí hospicianos, se tem uma coisa que já aprendemos muito bem é que viajar no tempo para tentar consertar qualquer coisa nunca acaba bem né (o flash é a maior prova disso), pois então dessa vez vamos acompanhar mais uma turma que resolveu se aventurar nos confins do espaço tempo: Bem-vindos a 3ª temporada de Star Trek: Discovery.

Nessa temporada temos o retorno de Sonequa Martin-Green (Comandante Michael Burnham), Doug Jones (Comandante Saru), Anthony Rapp (Tenente Comandante Paul Stamets), Mary Wiseman (Sylvia Tilly), Wilson Cruz (Dr. Hugh Culber) e temos ainda novas adições ao elenco como David Ajala (Cleveland “Book” Booker), Blu del Barrio (Adira), Ian Alexander (Gray), Oded Fehr (Almirante Charles Vance) e Janet Kidder (Osyraa).

A 3ª temporada começa com Michael navegando em uma galáxia 930 anos no futuro, isso logo após os acontecimentos do final da segunda temporada. Os três primeiros episódios servem como introduções, já que cada um deles teve um foco, mas que no final acabam se interligando para contar como foi a chegada de todos no futuro e do que poderíamos esperar da nova temporada.

adorocinemaFonte: Adoro Cinema

Ponto alto dessa temporada foi a adição de novos personagens, que aliás são bem interessantes e que completaram muito bem o desenvolvimento das histórias. Destaque para o personagem Cleveland Book, um homem que busca salvar diversas espécies em perigo e que deseja ajudar os animais como pode. Ele será o guia de Burnham nesse futuro distante. Aliás fica bem nítida que a química entre os atores funcionou muito bem e tenho que dizer que após duas temporadas de um relacionamento confuso e até meio sem graça com Tyler, Michael merecia encontrar um parceiro que parece entendê-la de verdade (inclusive romanticamente).
E falando de novos personagens temos ainda Adira e Gray, uma dupla que vem do século 32. Sendo que Gray, será uma personagem da raça Trill. Eles são os primeiros personagens não-binários e transgêneros da franquia, respectivamente. E também não esquecendo de citar a personagem Osyraa, líder da Corrente Esmeralda e que será a pedra no caminho da tripulação da Discovery.
Outro ponto que não mudou foi a determinação de Michael, ela prova ser a personagem determinada que já conhecemos muito bem, mas também nos prova que ainda tem dificuldade em ser uma oficial subordinada que segue as regras.

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Fonte: Adoro Cinema

Essa temporada ainda vai fazer com que a tripulação da Discovery lide com novas descobertas, dentre elas lidar com o suposto fim da Federação e uma nova ordem no quadrante, o que faz gerar imensas dúvidas de como conviver com essa nova ordem e onde eles se encaixam nessa mudança. Porém eles irão lutar para reencontrar e redimir a Federação, e essa jornada (na minha opinião) rendeu uma das melhores temporadas da série.
E sem dar spoilers preciso destacar que haverá uma conclusão da trama da incrível Imperatriz/Capitã Phillipa Georgiou, que alias me agradou muito e foi a altura da personagem, porque apesar do seu jeito explosivo e durão é impossível não acabar se apegando a ela.
Pois bem, a terceira temporada está repleta de batalhas épicas, muitas cenas de ação e também houve alguns mergulhos pelos aspectos emocionais da tripulação depois do salto para o futuro, o que proporcionou a série manter a qualidade das temporadas anteriores tanto na história, quanto nas interpretações e lógico na beleza visual, prepare-se, pois, tem muitas cenas carregadas de emoção.
Então estão esperando o que? Sua próxima missão é ligar a Tv, colocar na Netflix e assistir essa temporada que esta incrível.
E citando nossa amada comandante Michael Barn: “Vamos voar’’.

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