Vou te falar… que filminho BOM.
E digo mais: aquele tipo de filme que não promete nada — nem pelo título, nem pelo trailer — e simplesmente vai lá e ENTREGA TUDO. (sim, tudo mesmo em minha opinião)
ABSOLUTE DRAMA
Quando eu falo de qualidade cinematográfica, não tô falando só de câmera boa, áudio limpinho ou trilha sonora bem encaixada… porque, convenhamos, isso aí é o básico do básico — o mínimo que se espera. Agora, aqui o filme vai além. Na verdade, ele é bem tratado em cada detalhe — principalmente na atuação.
E aí que entra um ponto que me pegou forte: a atuação.
E falando nela… Zendaya, meus amigos… que mulher. (respira)
Eu já gosto muito dela, seja em filme de herói, drama ou qualquer outra parada. Mas aqui? Aqui ela tá absurda. Sem exagero, impecável. Entregando emoção, intensidade e verdade em cada cena.

Do outro lado, temos Robert Pattinson — sim, o eterno Edward de Crepúsculo (não tem como fugir disso). Só que, vou te dizer: já faz tempo que ele deixou de ser “o vampiro”. Aqui, eu vi um ator de verdade — com presença, com peso.
E não para por aí. Tem umas cenas com close MUITO próximo no rosto deles… aquele tipo de enquadramento que, no teatro, não funciona. Mas, no cinema? Meu amigo… é um soco. Porque aí dá pra ver microexpressões, desconforto, tensão… ou seja, coisa fina. Cinema na veia.
Foi aqui onde senti INVEJA!
Agora deixa eu ser sincero aqui (modo sincerão ativado). A Zendaya é LINDA. Eu facilmente casaria com ela. (quem não? né não?) E aí o filme me mete um casamento em cena… e eu ali assistindo, sentindo aquele gostinho de inveja básica, SQN! (- E sim, eu sei do lance dela com o Tom Holland, nosso Homem-Aranha… respeito máximo, mas… inveja existe, tá? kkkkk)
Mas voltando ao filme…

Tem cenas mais “picantes”? Tem.
Mas calma, não é bagaceira gratuita não. Pelo contrário: é tudo muito poético, muito sensível, muito sobre o cotidiano de um casal. Amor, desejo, conexão… tudo ali, sem exagero.
Só que aí o filme cresce. E cresce MESMO.
Aos poucos, ele começa a entrar num terreno mais denso, mais dramático, quase terapêutico. E vou te falar: isso me pegou. Porque, no fundo, ele mexe com umas paradas muito reais… tipo: pessoas que não sabem lidar com a dor do outro, amizades que viram julgamento e relações que, em vez de acolher, viram campo de batalha.
É aquele clássico: a pessoa se abre… e, ao invés de apoio, recebe condenação. E aí, meu amigo… vira guerra.
E o mais interessante é que o filme explora MUITO bem isso. Tem momentos em que você fica meio confuso — tipo: “isso aconteceu mesmo ou foi coisa da cabeça deles?” Só que, ao invés de atrapalhar, isso agrega. Dá profundidade. Faz você entrar ainda mais na mente daqueles personagens.
Claro, nem tudo são flores. Tem umas partes meio previsíveis… outras que dão aquela leve sonolência (confia, acontece). Mas aí, do nada, vem um silêncio, uma expressão, uma cena… e pá! Te puxa de volta.
E é justamente no meio desse caos todo que fica uma reflexão que eu levo pra vida. Casamento não é só amor. É escuta, maturidade. É saber lidar com as dores do outro sem transformar isso numa disputa.

Não começa uma guerra que você não consegue sustentar.
E nem tô falando de guerra literal não, tá? É guerra emocional mesmo… dessas que acabam com relação, amizade, psicológico… tudo. O filme coloca isso à prova. O relacionamento dos protagonistas passa por esse teste pesado… e a gente vai junto, sentindo cada impacto.
Sobre o final?
Olha… ele não te entrega tudo mastigado. Mas me deu uma sensação de recomeço. De possibilidade. De “talvez ainda haja algo ali”. (E eu gosto disso. Filme que confia na inteligência de quem assiste ganha ponto comigo.) No geral? Filme MUITO bom. Daqueles que fazem pensar, refletir e, às vezes, até se identificar (o que pode ser perigoso, inclusive). Recomendo fácil. E agora eu quero saber de você:
Já viu esse filme? Concorda comigo ou viajei bonito aqui? Comenta aí… Eu sou Henrique, e você tá no Hospício Nerd
